plataforma que transforma o posto de combustível em centro de negócios
Para o dono do posto de combustível
O revendedor está esmagado por margens baixas e ameaçado pela perda de relevância.
Perda de dados: entrega o cadastro/dados do cliente para plataformas de terceiros e perde a gestão do consumidor e possibilidade de entrar na economia digital.
Guerra de preços: é forçado a brigar por centavos na bomba, destruindo sua margem.
Comoditização: o cliente não vê diferença entre o seu posto e o do vizinho; ele é um “turista” que vai onde está mais barato.
Custo do desconto: para fidelizar, o posto sangra a própria margem dando descontos diretos.
Soberania de dados: o banco de dados (CPF, hábitos, frequência e todo e qualquer dado) pertence ao POSTO parceiro, compartilhado com a PayGas!
Desconto custeado por terceiros: a padaria e a farmácia pagam o cashback que vira desconto para o cliente na sua bomba. Você vende a preço cheio, mas o cliente percebe vantagem.
Ancoragem: o posto deixa de ser apenas um local de passagem e vira o “Loja Âncora” do bairro e os parceiros viram “lojas Satélites” tudo orbitando em volta do Posto!
Para os parceiros comerciais (O comércio local)
Invisibilidade: dificuldade de competir com grandes redes e marketplaces.
Marketing caro e ineficiente: panfletos e rádio não medem retorno. O CAC – Custo de Aquisição de Cliente é alto.
Fidelidade fraca: o cliente troca o comércio por qualquer oferta online.
Recompensas desinteressantes: o “cartãozinho de fidelidade” de papel não motiva ninguém.
A Moeda mais desejada: o parceiro oferece “CASHBACK em GASOLINA como recompensa. É um imã poderoso de vendas (todo mundo quer combustível).
Tráfego qualificado: o posto (que tem alto fluxo) envia clientes para o parceiro através de marketing preditivo.
Venda cruzada inteligente: “corte o cabelo aqui e ganhe 1 litro de gasolina no posto X”.
Performance: o parceiro só paga pelo benefício quando a venda acontece.
Para o usuário final (o cliente)
O consumidor está cansado de programas de pontos complexos, que expiram e oferecem prêmios inúteis (torradeiras, descontos em sites que ele não usa).
Sensação de perda: abastecer é uma despesa “dolorosa” e recorrente.
Programas irrelevantes: pontos que expiram antes de serem usados ou trocas que não valem a pena.
Falta de reconhecimento: ele gasta R$ 1.000,00 no posto e é tratado como um estranho.
Orçamento apertado: precisa economizar, mas não quer perder qualidade.
Economia Real: Cashback que volta como combustível (um item essencial no orçamento).
Simplicidade: Uma única carteira para o bairro todo. Comprou pão, ganhou gasolina. Trocou óleo, ganhou gasolina. Pagou a mensalidade da academia, ganhou gasolina.
Sentimento de Ganho: O consumo do dia a dia “paga” o tanque do carro.
Status: Ele se sente parte de um clube exclusivo do bairro, onde é reconhecido pelo nome e hábito.